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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Cala boca, Twitter: um dia sem Globo?


Uma engajada campanha no Twitter propõe um boicote à Rede Globo amanhã, durante a transmissão do jogo da Seleção Brasileira (Brasil X Portugal). Dessa forma, a partida seria transmitida apenas pela Band.

Tudo começou depois que os twitteiros criaram o “Cala boca Galvão”, em resposta às intervenções inapropriadas do apresentador nas falas dos colegas comentaristas. A brincadeira foi tão repercutida que alcançou o TOP Twitter MUNDIAL.

No último domingo, a situação ficou mais séria. Irritados pelo tratamento que o Fantástico deu ao técnico Dunga, os usuários daquele microblog lançaram o “Cala boca, Tadeu Schmidt”, por ser esse o jornalista que representou a opinião da emissora. E, novamente, a campanha liderou o ranking mundial de comentários.

Mas é amanhã que os twitteiros colocarão à prova sua capacidade de influenciar internautas e até mesmo quem não tem acesso à Web. Afinal, a desafiada é a Rede Globo, emissora que já promoveu perseguição política, religiosa e ideológica, com sucesso. Além disso, o jogo é da Seleção Brasileira, cuja imagem, há décadas está culturalmente associada à TV dos Marinho.



quinta-feira, 1 de abril de 2010

Dia Internacional do Homem, Blogagem Coletiva


Hoje é o dia da coletiva “Dia Internacional do Homem” proposta pelo blog “Bom, Ruim, Assim Assim” do amigo Wilson.



Participarei deixando uma pergunta para que homens e mulheres respondam na caixa de comentário:


“Os homens são todos iguais?”


Não fique apenas no “sim” e “não”. Justifiquem. Será interessante ver as respostas de vocês.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A imprensa esquerdista e a direitista



Nas entrelinhas, os jornais impressos classificam-se em esquerdistas e direitistas. Cada um desses grupos guarda peculiaridades distintas que podem influenciar negativa ou positivamente o leitor. Além disso, vitima governantes de modo injusto ou inocenta políticos portadores de práticas criminosas.

Segundo especialistas que procuram chifres em cabeça de cavalo, os jornais brasileiros direitistas são aqueles cuja linha editorial se baseia em fazer campanhas explícitas ou implícitas contra o PT e afins. Os opositores aos jornais de direita costumam afirmar: “A questão não é noticiar fatos reais sobre o PT, mas sim fazer de uma notícia negativa contra o partido dos trabalhadores uma tempestade no copo d’água; ou seja, aproveitam-se de um pequeno deslize para desqualificar toda uma história de produtividade e credibilidade do partido”.

Já quem critica os jornais esquerdistas, alega haver um sol hipócrita no universo do PT, que a imprensa apoiadora de Lula insiste em tapar. Essa espécie de mídia viveu mais de uma década detratando os presidentes anteriores, mas há quase oito anos trata o atual governo a pão, ló e notícias apaziguadoras quando um fato visível pela população mancha a reputação do executivo. A imprensa esquerdista, portanto, apresenta os desmandos do governo petista com notas que podem ser traduzidas como: “O presidente não é onipresente; isto é, não tem como ele saber da conduta de todos os seus subordinados”.

De fato, a imprensa não é uma entidade única, homogênea. Ela é constituída por pessoas de opiniões diversas. Entretanto, não se devem colocar opiniões editoriais acima da verdade. As notícias precisam vir desapegadas de ideologias, para que se prevaleça a tão propalada imparcialidade jornalística.

Imagem: Stock photo

sexta-feira, 13 de março de 2009

Jogue o lixo no lugar certo


Em muitas cidades, a prefeitura e a imprensa promovem campanhas para manter a cidade limpa. E uma das frases de efeito mais utilizadas é: “Não jogue lixo na rua”.

Entretanto, muitas vezes, o cidadão está com um pedaço de papel na mão. Ele (o cidadão) vai caminhando à procura de lixeiras, mas não encontra. Diante disso, há duas alternativas: ou jogar o papel no meio da rua (o menos recomendável) ou levá-lo para casa e jogá-lo em sua “lixeira particular”.

Por outro lado, o que é mais predominante é a falta de educação das pessoas que veem a lixeira pública ao seu lado, mas mesmo assim, jogam o lixo no chão. E fazem isso sem nenhum constrangimento, como se fosse algo natural.

A limpeza da cidade depende não só das instituições públicas. É um dever, também, do cidadão zelar pelo lugar onde vive.


Imagem: Stock photo